Novo Banco: Stop killing Venezuelans! Let them buy vaccines!

Novo Banco is blocking Venezuela from paying the Pan American Health Organization for life-saving vaccines and medical supplies.


Dear Novo Banco CEO Antonio Ramalho,

No bank should decide who lives and who dies, yet that is exactly what Novo Banco is doing by continuing to freeze Venezuelan funds in violation of international law. 

As you know, Venezuela’s social and economic development bank, Bandes, has over $2 billion in accounts in Novo Banco that have been frozen since 2017 as part of the hybrid war on Venezuela. Portuguese authorities recently unfroze these funds and the government of Portugal recognizes the legitimacy of the government of President Nicolas Maduro. This means there is no legal justification for Novo Banco to continue withholding these funds.

More importantly, Bandes has come to an agreement with the Pan American Health Organization for the purchase of $25 million worth of vaccines and medical supplies. These would be paid for in Brazilian reais, meaning that the transaction would not be carried out in dollars and thus could not run afoul of U.S. sanctions. Yet still Novo Banco refuses to release these funds.

Let’s be clear about what Novo Banco is doing: it is preventing Venezuelan children from being vaccinated against polio and yellow fever and it is contributing to a shortage of syringes in the country. This constitutes a crime against humanity.

The sanctions on Venezuela are killing innocent people. We call on Novo Banco to release the funds and let Venezuela live.


Sincerely,

Prezado,
Antonio Ramalho,
CEO do Novo Banco.


Nenhum banco deve decidir quem vive e quem morre, mas é exatamente isso que
está fazendo o Novo Banco com a retenção dos fundos venezuelanos, em violação do direito internacional.

Como o senhor bem conhece, o Banco de Desenvolvimento Social Econômico da Venezuela (Bandes, siglas em espanhol) tem mais de US $ 2 bilhões em contas no Novo Banco, que foram retidas, desde 2017, como parte da guerra híbrida contra a Venezuela e o seu povo. As autoridades portuguesas liberaram recentemente estes fundos; além disso, o governo de Portugal reconhece a legitimidade do governo do Presidente Nicolas Maduro. Isto significa que não existe qualquer justificação legal para o Novo Banco continuar a reter estes fundos.

Outrossim, é ainda faz-se importantíssimo lembrar que, Bandes chegou a um acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPS, siglas em espanhol) para realizar a comprar de US $ 25 milhões em vacinas e suprimentos médicos. Estes serão pagos em em reais do brasileiros, o que significa que a transação não seria realizada em dólares e, portanto, não poderia entrar em conflito com as sanções dos EUA. Mesmo assim, o Novo Banco, recusa-se a liberar estes fundos. Ora, sejamos claros sobre o que o Novo Banco está fazendo: está evitando que as crianças, a infância venezuelana sejam vacinadas contra poliomielite e febre amarela, e está contribuindo para a escassez de seringas no país. Isso constitui um crime contra a humanidade. As sanções à Venezuela estão matando pessoas inocentes. Apelamos ao Novo Banco para liberar os fundos, e deixar a Venezuela viver.

Com os melhores cumprimentos,

Translated by: Carmen Navas

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